Dra. Tatiana Dias Gazone

Médica Psiquiatra

Psiquiatria Intervencionista

CRM-SP 164114 • RQE 812641

ACOLHIMENTO, CIÊNCIA E ÉTICA

Mesmo com um tratamento psiquiátrico bem conduzido, alguns pacientes não apresentam a resposta esperada. Em outros casos, a gravidade do quadro, a necessidade de uma resposta terapêutica mais rápida ou a dificuldade em tolerar determinadas medicações podem exigir uma avaliação especializada. Assim, a Psiquiatria Intervencionista pode ampliar as possibilidades terapêuticas por meio de tratamentos de neuromodulação (como a Estimulação Magnética Transcraniana -EMT e a Eletroconvulsoterapia -ECT) e a Escetamina, sempre a partir de uma avaliação médica individualizada. Na psiquiatria, a gravidade do quadro, a intensidade dos sintomas, a velocidade de evolução, a tolerabilidade dos medicamentos e as características individuais do paciente podem mudar completamente a estratégia terapêutica. Nem todo paciente precisa de um tratamento intervencionista. Mas, para alguns pacientes, avaliar essas possibilidades no momento adequado pode ser parte importante do cuidado.

A Dra. Tatiana Dias Gazone atua na área da Psiquiatria Intervencionista, com formação especializada e experiência no acompanhamento de casos que podem exigir estratégias terapêuticas específicas, como casos de depressão grave, depressão resistente, ansiedade, transtorno bipolar, transtorno obsessivo compulsivo, esquizofrenia, entre outros diagnósticos psiquiátricos.

Dra. Tatiana Dias Gazone

CONHEÇA A DRA. TATIANA DIAS GAZONE

CRM-SP 164114 • RQE 812641

A Dra. Tatiana Dias Gazone é médica psiquiatra, com experiência e formação especializada em Psiquiatria Intervencionista.

Formada em Medicina pela Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE) em 2013, concluiu sua especialização em Psiquiatria no Hospital Regional de Presidente Prudente em 2017. Em 2023, realizou Fellowship em Psiquiatria Intervencionista no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Possui também certificação internacional em Neuromodulação Não Invasiva pela Clinical TMS Society.

Desde 2024, atua como Psiquiatra assistente do Serviço Interdisciplinar de Neuromodulação (SIN) do Instituto de Psiquiatria da USP, acompanhando pacientes submetidos a tratamentos de Estimulação Magnética Transcraniana. É ainda sócia-proprietária, idealizadora e responsável técnica da IntervenSer, clínica especializada em Psiquiatria Intervencionista em Presidente Prudente-SP.

Acompanhe mais em @tatianagazone.psiquiatra

QUANDO UMA AVALIAÇÃO COM PSIQUIATRIA INTERVENCIONISTA PODE FAZER SENTIDO?

A Psiquiatria Intervencionista não é destinada apenas a quem “já tentou de tudo”.
Existem diferentes situações em que uma avaliação especializada pode ser considerada:

- Quando é importante considerar uma resposta terapêutica mais rápida:

Algumas situações psiquiátricas exigem uma estratégia em que a velocidade de resposta pode ser um fator importante na decisão médica diante da gravidade dos sintomas. Nesses casos, determinados tratamentos intervencionistas podem ser considerados conforme o diagnóstico e as características clínicas do paciente.

- Quando os medicamentos não são bem tolerados:

Alguns pacientes apresentam efeitos adversos importantes, contraindicações, dificuldades de tolerabilidade ou outras limitações relacionadas ao tratamento medicamentoso. Nessas situações, pode ser pertinente discutir outras possibilidades terapêuticas.

- Quando a resposta aos medicamentos foi insuficiente:

Mesmo com tratamento adequado, alguns pacientes podem apresentar resposta parcial, insuficiente ou ausência de resposta. A avaliação especializada permite analisar o histórico terapêutico e considerar outras estratégias quando houver indicação.

-Quando o caso exige uma avaliação mais especializada:

Alguns quadros são complexos e podem se beneficiar da avaliação de um profissional com formação específica em Psiquiatria Intervencionista. O objetivo não é substituir o tratamento convencional, mas ampliar as possibilidades quando o caso exige. Assim, o trabalho conjunto do psiquiatra assistente do paciente e do psiquiatra intervencionista pode ser bem-vindo.

- Quando seu psiquiatra assistente considera que seu caso pode se beneficiar de uma abordagem intervencionista.

- Quando você deseja uma segunda opinião sobre possibilidades terapêuticas.

CADA CASO EXIGE UMA DECISÃO DIFERENTE

Antes de pensar em qualquer tratamento, é necessário compreender o diagnóstico, a intensidade dos sintomas, os tratamentos já realizados, a resposta obtida, os efeitos adversos, as condições clínicas associadas e as necessidades individuais. A Psiquiatria Intervencionista não substitui a psiquiatria convencional, ela complementa. Quando indicada não significa que exista um único tratamento adequado. Tratamentos com Estimulação Magnética Transcraniana (EMT), Eletroconvulsoterapia (ECT) e Escetamina possuem indicações, características, benefícios, limitações e riscos diferentes. Por isso, a escolha deve partir de uma avaliação médica individualizada e especializada.

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TRATAMENTOS

01

ESTIMULAÇÃO MAGNÉTICA TRANSCRANIANA (EMT)

A Estimulação Magnética Transcraniana utiliza pulsos magnéticos direcionados a regiões específicas do cérebro relacionadas a determinadas funções. É uma técnica não invasiva e pode ser indicada principalmente em casos selecionados de depressão resistente, além de outras condições conforme avaliação médica.

A indicação, o protocolo e o número de sessões dependem do diagnóstico e das das características clínicas de cada paciente.

02

ELETROCONVULSOTERAPIA (ECT)

A Eletroconvulsoterapia moderna é realizada em ambiente adequado, sob anestesia e com monitorização médica. É uma das intervenções mais eficazes da psiquiatria para determinadas condições graves e pode ser considerada especialmente quando existe necessidade de uma resposta terapêutica mais rápida ou quando outras estratégias não apresentaram o resultado esperado. A indicação é individualizada e depende da avaliação médica.

03

ESCETAMINA

A Escetamina é uma estratégia terapêutica que pode ser indicada em situações específicas de depressão resistente. Seu uso exige avaliação médica, critérios de indicação e acompanhamento adequado. Em pacientes selecionados, pode apresentar uma resposta terapêutica mais rápida do que algumas estratégias convencionais.

PERGUNTAS FREQUENTES

Não. Embora muitos tratamentos intervencionistas sejam considerados em pacientes que não apresentaram resposta adequada aos tratamentos convencionais, existem situações específicas em que outros fatores, como gravidade, urgência terapêutica ou tolerabilidade dos medicamentos, também podem ser considerados.

Não. A avaliação pode concluir que o melhor caminho continua sendo o tratamento psiquiátrico convencional. A indicação depende das características e necessidades de cada paciente.

Não existe um tratamento único que seja ideal para todos. A indicação depende do diagnóstico, da gravidade dos sintomas, do histórico de tratamentos, das condições clínicas, das características individuais e dos objetivos terapêuticos.

Sim. A avaliação pode funcionar como uma segunda opinião especializada ou ser realizada em conjunto com o psiquiatra que já acompanha o paciente.

Não. Em muitos casos, o trabalho conjunto entre o psiquiatra assistente e o psiquiatra intervencionista pode contribuir para uma estratégia terapêutica mais ampla e individualizada.

IntervenSer  - um espaço dedicado à Psiquiatria Intervencionista

A IntervenSer foi criada para oferecer tratamentos modernos, estrutura adequada e atendimento individualizado para pacientes que podem se beneficiar de abordagens da Psiquiatria Intervencionista. Está localizada em Presidente Prudente – SP e possui uma equipe preparada e especializada. Conheça mais sobre a clinica em www.intervenser.com.br e no Instagram @intervenser

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